22 de out. de 2014

No MS, Aécio ironiza pesquisas e diz que PT busca desconstrução pois não tem mais futuro


O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, deu entrevista nesta terça-feira, em Campo Grande, no Mato Groso do Sul e falou ao lado do aliado Reinaldo Azambuja, que apresentou como futuro governador do Mato Grosso do Sul.

Resultados da Pesquisa Datafolha

Pelo o que vimos nas pesquisas no primeiro turno, essa pesquisa do Datafolha está me dando como eleito como próximo presidente da República. Todas as pesquisas que estamos fazendo, nós estamos com uma margem enorme do que essa sobre a candidata [ADVERSÁRIA]. Se eu me abalasse com pesquisas, certamente não teria tido os resultados obtidos no primeiro turno. Eu acho que, na verdade, os institutos de pesquisa estão devendo explicações aos brasileiros. Desde o primeiro turno os erros foram grosseiros, absolutamente grosseiros, em toda a parte. Mas se o resultado é esse comparativamente ao primeiro turno, o resultado da Folha me coloca como o próximo presidente da República.

Campanha da desconstrução

Não posso considerar queda um candidato que teve trinta e poucos por cento no primeiro turno e 20 dias depois aparecer com mais de 50%. Se você for avaliar quem cresceu mais nesse segundo turno, foi certamente a nossa candidatura. E eu reitero: temos feito várias pesquisas com institutos diferentes e em todas elas nós estamos à frente da atual presidente fora da margem de erro. Mas, realmente, a campanha do PT é a campanha da desconstrução, o PT não tem como discutir o presente nem apresentar uma proposta de futuro para o Brasil. Então, o caminho deles ou é comparar o passado e tentar fazer aquilo que fizeram com Eduardo Campos, depois tentaram fazer com Marina, agora tentam fazer comigo. Mas comigo não. Eu vou enfrentar o PT porque o Brasil não merece ter, por mais quatro anos, um governo ineficiente, sem nenhum compromisso com a ética. Eu estou pronto para enfrentar o debate.

Crise hídrica em São Paulo

Em relação à questão hídrica de São Paulo, é uma questão grave, sabemos disso, nós estamos vivendo a maior estiagem dos últimos 100 anos, mas a população de São Paulo compreendeu os esforços do governador Geraldo Alckmin e lhe deu a vitória em primeiro turno, me deu também uma extraordinária vitória em São Paulo. Infelizmente, se o governador de São Paulo tivesse tido uma parceria maior com o governo federal nessa questão, se a ANA – a Agência Nacional de Águas – não estivesse gastando seu tempo com seu diretor preferindo fazer negócios, ao invés de cuidar da crise hídrica, os resultados poderiam ter sido melhores para São Paulo. Infelizmente, o aparelhamento das agências reguladoras é uma outra marca perversa neste governo do PT. Eu serei o grande parceiro, não apenas do Estado de São Paulo. Falo de São Paulo porque você se refere a ele aqui. Mas serei o grande parceiro dos governadores na construção de caminhos que permitam a superação das suas dificuldades. No caso de São Paulo na questão hídrica e aqui no Mato Grosso do Sul na busca da ampliação da melhoria da competitividade de quem produz aqui no Estado, em especial dos investimentos em infraestrutura, logística, hidrovias e nos portos também.


Fonte: Blog de Jamildo

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